Implantar um sistema digital envolve conhecer a operação, configurar o que foi contratado, treinar a equipe e testar os fluxos antes do uso. As etapas e os prazos variam por fornecedor e pela estrutura da funerária; por isso, devem ser registrados no início do projeto.
1. Diagnóstico do processo atual
- Onde a cerimônia é cadastrada e quem mantém os dados?
- Quem prepara e aprova comunicados?
- Quais unidades, salas e identidades precisam ser configuradas?
- Como a equipe recebe fotos e mensagens?
- Quais recursos serão usados primeiro?
- Quais sistemas precisam continuar conectados ao processo?
2. Configuração e identidade
No Memoriam, a experiência pode manter cores, logotipo, textos e formatos da funerária em modelo white label, dentro da configuração aplicável. Um cadastro de cerimônia pode alimentar diferentes recursos e materiais. Nesta etapa, confirme unidades, salas, endereços, perfis de acesso, modelos de comunicado e regras de aprovação.
3. Recursos de participação e infraestrutura
Se houver Velório Online, valide rede, posição da câmera, equipamentos e responsáveis. O acesso pode usar link exclusivo e senha sem aplicativo ou cadastro da família. Câmera IP, encoder RTMP ou câmera em comodato dependem da estrutura, configuração e plano contratado.
4. Treinamento por função
Treine cada perfil nas tarefas que realmente executará: cadastro, revisão, publicação, transmissão, mensagens ou suporte à família. Use casos fictícios ou anonimizados. O site do Memoriam informa implantação acompanhada, suporte e treinamento, mas prazo, formato, carga horária e escopo precisam ser confirmados com a equipe.
5. Testes antes do uso
- Criar uma cerimônia fictícia do início ao fim.
- Gerar e revisar os formatos contratados.
- Simular alteração de horário e endereço.
- Abrir páginas e materiais em celular e computador.
- Testar transmissão e contingência quando aplicável.
- Verificar permissões, correções e responsáveis pela aprovação.
6. Acompanhamento e integrações
Defina quem reúne dúvidas após o início do uso, como serão solicitados ajustes e quais indicadores internos a equipe acompanhará. O Memoriam apresenta uma API, mas integrações ativas, documentação, prazo e custo devem ser confirmados para cada sistema envolvido.
O que deve ficar documentado
- Escopo contratado e recursos habilitados.
- Responsáveis do fornecedor e da funerária.
- Cronograma confirmado e critérios para início do uso.
- Treinamentos previstos e participantes.
- Canais de suporte e procedimento de contingência.
- Regras de acesso, privacidade, retenção e correção de dados.
Use o checklist de demonstração antes de contratar e consulte a página de funcionalidades para conhecer a proposta do Memoriam.
Fontes e referências
Links consultados para os dados e recomendações deste conteúdo.



